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Um pouco de Jimi Hendrix perto de nós

quinta-feira, 11 de junho de 2015

 

 

Nem todo mundo teve a oportunidade de acompanhar uma das viscerais apresentações de Jimi Hendrix, como a icônica realizada em Woodstock, 1969, mas agora é possível se sentir no universo desse gênio da guitarra em uma exposição que acaba de ser inaugurada em São Paulo.

 

“Hear my Train a Comin': Hendrix Hits London”, em cartaz no Shopping JK Iguatemi, reúne instrumentos musicais, discos, roupas feitas especialmente para ele, além de vídeos e entrevistas. Tudo isso dividido em 14 sessões.

 

 

Entre os itens de destaque estão a guitarra Fender Stratocaster, com o qual tocou no Festival de Woodstock, além de cartas enviadas a fãs e o manuscrito da letra de “Love or Confusion”.

 

 

Não conhece o trabalho de Jimi Hendrix? Um dos ícones dos anos 70 por conta de seu virtuosismo instrumental e letras conectadas ao momento pacifista que o mundo vivia, ele foi considerado pela revista Rolling Stone como o melhor guitarrista de todos os tempos, além de ter seu espaço garantido no Rock and Roll Hall of Fame desde a década de 90.

 

 

Para saber mais sobre a exposição, os horários e a disponibilidade de ingressos, clique aqui e a acesse o site.

 

Festival te coloca dentro dos clipes de Sia e Björk

sábado, 6 de junho de 2015

 

A música é uma arma poderosa para te transportar para qualquer lugar. O videoclipe, por outro lado, te insere na canção, te deixa fazer parte daquele universo que a banda imaginou, né?

 

E quem está em São Paulo nesse fim de semana tem a oportunidade de entender muito mais sobre a concepção e a importância desses filmes curtinhos no Music Vídeo Festival, que acontece no Museu da Imagem e do Som.

 

O evento, que chega a sua terceira edição, abriga pocket shows, instalações artísticas, exibições de clipes em uma tela de cinema e, claro, muito bate-papo sobre o assunto.

 

 

Entre as atrações, chama a atenção a experiência de realidade virtual do clipe “Stonemilker”(foto acima), da cantora Björk.  Vinda do MoMa, em Nova York, ela propõe que o público coloque óculos especiais para entrar e se sentir no cenário do vídeo.

 

Ainda entre as surpresas internacionais, “Tríptico 1000 Formas de Medo” mostra a trilogia de videoclipes da cantora Sia, “Chandelier” (foto abaixo), “Elastic Heart” e “Big Girls Cry”, em forma de instalação imersiva. Os fãs do trabalho também podem ver um material de making of e conversar com um dos diretores das obras, Daniel Askill.

 

 

Para os apaixonados por música, também estão confirmadas as presenças de Pitty, Emicida, Thiago Pethitt e Tatá Aeroplano.

 

Quer saber mais e ver a programação completa? Clique aqui e acesse o site do MIS.

 

Animação apresenta a história da música em apenas sete minutos

terça-feira, 2 de junho de 2015

 

 

Na abertura de um filme, no intervalo de um programa de TV, na sua rádio favorita ou até no carro parado ao lado do seu no farol, a música está presente em quase todos os momentos da vida. E essa trilha sonora já se tornou tão corriqueira que fica impossível imaginar seus dias sem ela, não é?

 

Mas você já parou para pensar em como esses sons tão familiares surgiram e evoluíram até chegar aos sucessos que você cantarola sem nem mesmo perceber? O escritor e ilustrador espanhol Pablo Morales de Los Rios foi além da questão e contou a história da música ocidental em um vídeo animado que mostra dos homens pré-históricos aos ídolos do gênero eletrônico.

 

 

A animação é de 2013, mas essa é uma das mágicas da internet: transformar em novidade ou te dar acesso em qualquer época a informações que antes poderiam se perder. Além disso, em seu site, o artista diz que o vídeo é utilizado em aulas de introdução musical ao redor do mundo. Que tal assistir essa divertida obra com seus filhos ou indicá-la na escola deles?

 

Parabéns, Bob Dylan

domingo, 24 de maio de 2015

 

 

Ainda não escolheu a trilha sonora do seu domingo? Então ela pode ficar por conta do aniversariante do dia, Bob Dylan, que completa 74 anos hoje.

 

Compositor de algumas das letras mais importantes da história da música, esse americano nunca gostou de rótulos ou se acomodou com o sucesso: apesar de estourar como um dos grandes nomes do folk, teve sua fase rock, passou pelo country e até escreveu um hit para um filme. Das mais conhecidas às mais obscuras, suas facetas têm em comum a capacidade de transformar em poesia de problemas políticos a existenciais.

 

Essa habilidade faz com que canções escritas há 50 anos soem tão atuais e contundentes quanto no momento em que tocaram pela primeira vez. É tão difícil escolher apenas uma música de Dylan para representar sua obra que eu fecho esse post com cinco de seus maiores clássicos. Impossível não ter um ótimo domingo com essa companhia.

 

Blowin’ in the Wind

 

 

Subterranean Homesick Blues

 

 

Mr. Tambourine Man

 

 

Like a Rolling Stone

 

 

Knockin’ On Heaven’s Door

 

 

No adeus a B. B. King, uma pequena homenagem

sexta-feira, 15 de maio de 2015

 

 

O mundo da música acordou órfão dos solos de guitarra de B. B. King nessa sexta-feira. O grande nome do Blues, que estava com 89 anos, faleceu nessa madrugada, em Las Vegas. Ele sofria de Diabetes tipo 2 há mais de 20 anos e não resistiu às complicações da doença, segundo informou seu advogado à imprensa internacional.

 

Com quase 90 anos e debilitado, o rei do Blues ainda impressionava ao fazer cerca de 100 shows por ano – o que só foi interrompido em outubro de 2014, quando precisou abandonar uma apresentação e cancelar o restante da turnê por conta de um quadro de desidratação e esgotamento. No Brasil, seu último concerto foi dois anos antes, em 2012.

 

Muito antes da parada forçada, B. B. King usou os cerca de 60 anos de carreira para colocar definitivamente seu nome na história da música: lançou mais de 50 discos, ganhou 16 prêmios Grammy, entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll e influenciou o trabalho de nomes como Jimi Hendrix, George Harrison e Eric Clapton.

 

Carismático e dono de uma voz poderosa, ele nunca estudou música e teve a genialidade reconhecida principalmente pelos solos com sua Lucille (como chamava as guitarras que usava). E, como todo músico merece, é com o melhor de sua obra que marco essa despedida: o sucesso “The Thrill is Gone”, um clássico que sempre vale uma nova audição.